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Vamos falar sobre a crise: Está na hora de fazer investimentos!?

É a conversa de toda roda de bar. Se você não escutou qualquer comentário nos últimos meses sobre a crise financeira que ronda o Brasil, você está assustadoramente desconectado. Jornais, revistas, rádio, e os principais sites do mundo já estão profetizando: “Tempos de vacas magras virão por aí. Apertem os cintos.”

Em meio a tanto marasmo, podemos encontrar dois tipos de pessoas: as que enxergam nossa atual situação financeira como um bicho de sete cabeças pronto para roubar as últimas moedinhas do seu cofrinho, ou aquelas pessoas que, como diria o ditado, “tiram leite de pedra”, e fazem da crise, uma fonte de oportunidades.

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Períodos de decaimento financeiro nacional não precisam – e não devem – ser enfrentados com a carência de investimentos. Muito pelo contrário. Investir nessas horas, não só garante que você consiga melhores ofertas para colher frutos no futuro (os preços costumam cair), como ajuda a movimentar o mercado, fazendo com que o país se recupere mais rapidamente da deficiência financeira que vive.

No entanto, é consenso entre especialistas, que saber no que investir, é de suma importância nestas horas. Se sabemos que os principais afetados por qualquer crise financeira são os bancos, por exemplo, podemos deduzir que guardar dinheiro na poupança pode não ser a opção mais segura caso a economia sofra um baque maior. Nestas épocas, a dica é investir em uma fonte sólida, e o investimento em patrimônio é a mais conhecida e promissora forma de se precaver.

Antigamente, tal pratica era comum com a compra de metais preciosos. Em tempos de crise, as pessoas utilizavam todas suas economias para comprar barras de ouro, uma vez que, ainda que o dinheiro viesse a desvalorizar com o tempo, o ouro dificilmente perderia o seu valor. Após a crise, os indivíduos poderiam vender estes metais e reter o valor equivalente novamente. Atualmente, é mais comum que para escapar da crise, pessoas convertam suas capitalizações em uma moeda mais estável (como o dólar).

Entretanto, a compra de moeda estrangeira, além de arriscada, prejudica a economia brasileira, prolongando ainda mais a crise. Por tanto, a unanimidade entre economistas tem recaído sempre sobre investimentos em patrimônio com expectativa de valorização, isto é, ao invés de guardar dinheiro, você opta por “guardar” um bem que tende a ser valorizado no futuro.

Para exemplificar:

Vamos supor que a cerca de 5 anos atrás, com uma crise semelhante a esta, o metro quadrado de terra na cidade de Araquari-SC, custasse, em média, R$6. De lá para cá, ouviu-se falar sobre o rápido crescimento da cidade e das inúmeras oportunidades de emprego geradas por lá. Se conjecturarmos que o metro quadrado hoje custe o equivalente a R$48, podemos dizer que alguém que adquiriu um terreno no município de Araquari cinco anos atrás, aumentou o valor do seu patrimônio em 600% (muito mais do que aumentaria em uma caderneta de poupança, para fins de comparação). Este tipo de investimento quase não oferece riscos, e tende a trazer “vacas cada vez mais gordas” para o investidor.

Investir em patrimônio vai muito além de investir em um terreno de um município próspero. Quem adquire uma residência para lucrar com aluguel, por exemplo, consegue anular ou diminuir suas despesas e ainda contar com uma riqueza tangível assim que decidir se desfazer do imóvel. Comprar uma casa em um bairro em crescimento, um apartamento com boas opções de financiamento ou um terreno cujo valor seja chamativo, são excelentes opções para tirar bom proveito da situação do país e, consequentemente, girar dinheiro no mercado (o remédio mais eficaz contra toda crise financeira).

Resumindo: A situação é difícil sim, mas você pode utilizá-la de maneira oportuna. Faça as escolhas certas!

Por hoje é só, semana que vem, voltamos com mais um post em nosso blog.

Deixe um comentário, e até a próxima! 🙂

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